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LUIZ FLÁVIO GOMES
Nos concretos atos da nossa vida, quando em jogo está o (superior) plano ético, você não tem que perguntar a ninguém o que deve ser feito. Pergunte a você mesmo.
Faça como o discípulo vitorioso da parábula narrada, que não aderiu ao grupo majoritário. A dissidência, muitas vezes, está na raiz dos bons comportamentos morais (e éticos).
Nem ordens nem costumes, nem prêmios nem castigos: nada disso que é externo a você pode conduzir suas decisões éticas.
A questão em jogo, claro, é a liberdade. Nossa liberdade de fazer ou não fazer determinada coisa. Praticar ou não praticar um determinado ato.
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